Boa Noite!!
Nós estávamos debatendo na tarde de hoje sobre a nossa primeira experiência quanto avaliadoras, em uma escola, obedecendo ao plano de ensino e de aula, ao livro que adotamos e as condições que nos foram dadas... Mas algumas vezes nos deparamos com situações bastante delicadas que nos fazem pensar no quanto avaliar é difícil...
Bem, isso ocorre, pois estamos lidando com sujeitos de história, carregados de conhecimentos prévios e que muitas vezes convivem em situações não favoráveis aos conteúdos trabalhados em sala. E isso, infelizmente, vem nos deixando "atordoadas", pelo menos a princípio.
Uma situação que destacamos foi a de uma garotinha linda de oito anos que defendia, convictamente, o trabalho infantil, durante a aula de História, cuja temática era "Cidadania e Direitos e Deveres da Criança".
Detalhe: ela trabalha desde os 3 anos...
E ela argumentava com fluência, dizendo: "(...) Criança deve trabalhar sim. Como é que vamos ganhar dinheiro? (...)"
São situações "embaraçosas" nas quais temos que lidar diariamente no exercício da Pedagogia, no trabalho de sala de aula e consequentemente, no processo avaliativo.
Afetos,
Meninas.




Uma sugestão de filme que trabalha com a infância, quase sempre abalada ou esquecida, é Crianças Invisíveis, pois traz diferentes vivências, de diferentes países/continentes, mas que enfrentam de forma CEGA estes problemas, ao invés de superá-los. Nós, quanto professores, temos um compromisso com os nossos discentes, dentro e fora da escola. Afinal, somos uma das referências que contribui, significativamente, no processo de amaurecimento e de autonomia destes.
ResponderExcluirEste slide foi produzido a partir do registro durante a aula de História e o processo de avaliação que fizemos e pelo qual também passamos, conforme o trabalho da disciplina de Planejamento, Currículo e Avaliação da aprendizagem, ministrada pela profª Drª Auxiliadora Freitas. Essa tarde foi muito bacana!!!
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